Limbo7 lança "Relíquias do Ódio"

Limbo7 lança "Relíquias do Ódio"

Limbo7 lança "Relíquias do Ódio"

A banda capixaba Limbo7 lançou oficialmente seu novo álbum, "Relíquias do Ódio", consolidando sua proposta de fundir elementos do Funk ao Rock e ao Heavy Metal, representando a aproximação definitiva da banda com o Metal Mandrake, movimento que reúne artistas interessados em combinar Metal, Hardcore, Funk, Rap e outras manifestações da música brasileira em uma linguagem própria, urbana e contemporânea. O lançamento também chama atenção pela participação da MC Taya, um dos nomes de maior projeção ligados ao movimento, na faixa "Chora Agora Ri Depois", além de contar com outros artistas em destaque que também integram ou dialogam com essa nova cena.

Em "Relíquias do Ódio" a Limbo7 abraça de forma mais contundente uma estética que já fazia parte de sua trajetória. Segundo a banda, trata-se de uma abordagem que vinha sendo desenvolvida anteriormente, mas que, desta vez, ganha espaço definitivo na sonoridade do grupo. O álbum transita por diferentes contrastes, passando pela melancolia, agressividade, deboche e incômodo, características que se somam ao caráter experimental e à proposta artística absolutamente genuína construída pela Limbo7 desde sua formação.

A relação com o Metal Mandrake ocupa um papel central nessa nova fase. O termo passou a identificar, nos últimos anos, um movimento que reúne artistas de diferentes regiões do Brasil em torno de uma sonoridade que aproxima música pesada de elementos como funk, rap, e diversas outras referências culturais brasileiras. Para a Limbo7, o conceito representa a descoberta de uma identidade coletiva para uma busca que a banda já desenvolvia havia anos. Nessa construção também aparecem nomes como MC Taya, Isotopxs e Chainsaw Kid, formando uma rede de artistas que compartilham referências, experiências e uma disposição para ampliar as possibilidades da música pesada brasileira.

Ouça "Relíquias do Ódio" a seguir:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/31Sn3QyWvUUDHbNpiQOGeB?si=5XInrsTRQGySM9QmuTgePA

Assista também ao videoclipe de "Cova Rasa" no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=yk9AXdCWV20

Formada em 2020, em meio à pandemia, a Limbo7 surgiu a partir do encontro de jovens músicos que buscavam conquistar seu espaço em uma cena que muitas vezes se mostra resistente a novas propostas e linguagens. O grupo começou então a construir sua identidade a partir do Hardcore e do Metal, incorporando progressivamente elementos de diferentes gêneros brasileiros, como funk, congo e percussões tribais. A proposta sempre esteve ligada à representação, por meio da agressividade da música, do peso da realidade vivida pelos integrantes, ao mesmo tempo em que busca resgatar e renovar características da música pesada brasileira.

A banda iniciou sua trajetória ao vivo em 2021, passando por espaços da cena underground capixaba e participando de festivais antes de ampliar gradualmente seu alcance para outros estados. Ao longo desse processo, dividiu palcos com nomes como Black Pantera, Dead Fish, CPM 22, Matanza Ritual, Project46, Massacration, Glória e Torture Squad. Entre as colaborações de sua trajetória está ainda a participação de Caio MacBeserra, do Project46, na faixa "Inflamado", presente no EP "Sangue, Suor e Assalto".

Em abril de 2023, a Limbo7 lançou seu primeiro álbum, "Lotus", composto por 13 faixas que aprofundavam a proposta de abordar o cotidiano brasileiro, suas dificuldades e injustiças. O próprio título sintetizava a visão da banda sobre sua música, trazendo uma flor que nasce onde menos se espera como metáfora para a coexistência entre a agressividade do som pesado e a fragilidade dos sentimentos e questões que ele pode expressar. Desde os primeiros singles, a banda também vem ampliando seu público, alcançando ouvintes em mais de 70 países e acumulando mais de 150 mil streamings e cerca de 7 mil seguidores no Spotify, consolidando uma trajetória de crescimento contínuo.

A atual formação da Limbo7 conta com Fagner Entringer (Fagão) nos vocais, Pedro Bautz (Baude) nos vocais e guitarra, Stefano Carvalho (Telfo) no baixo e Arthur Flavio (Aru) na bateria. "Relíquias do Ódio" também dá início a uma nova configuração do grupo, com Fagão deixando o baixo para se dedicar definitivamente aos vocais, enquanto Telfo passa a ocupar a função de baixista.

A produção musical de "Relíquias do Ódio" ficou a cargo de Luan Albani, responsável pela captação, mixagem e masterização do projeto. O álbum conta ainda com participações de LUV$ em "Eu Tenho um Tesão do Krl em Ver Tu Se Fuder", Uncle Wender em "De Copão em Copão", a já citada MC Taya em "Chora Agora Ri Depois" e Garoá, que participa com voz e trompete em "Zoonoses". O material artístico ficou sob responsabilidade de Guilherme Carvalho, responsável pela fotografia da capa, ensaio da banda e registros de shows, enquanto Hecthor Murilo assina a gravação do videoclipe de "Cova Rasa".

Saiba mais sobre a Limbo7 e acompanhe todas as suas notícias, lançamentos e agenda de shows em @limbo7official no Instagram ou por meio de sua Assessoria de Imprensa, Hell Yeah Music Company.